A origem do problema envolve burocracia, disputas judicais e brigas políticas. O agora presidente afastado da Alerj, Rodrigo Bacellar (União), e seu sucessor, o deputado Guilherme Delarolli (PL), não colocaram o projeto de lei que estabeleceria o ICMS Educacional a tempo. Segundo O GLOBO apurou, Bacellar — que ficou no comando da Assembleia até 3 de dezembro e postulava ser candidato ao Palácio Guanabara — temia que a regulamentação favorecesse com mais recursos a capital, dando cacife político para o prefeito Eduardo Paes, pré-candidato ao governo do estado. Procurado, Bacellar não respondeu.
