Vídeo: horror na saúde – morte ao vivo no Hospital de Base


Mais uma morte ao vivo no Hospital de Base 0 imagens cedidas

Hospital de Base é palco de mais uma morte sob denúncia de demora no atendimento. Familiares de Rodrigo Rezende do Prado afirmam que ele pediu ajuda diversas vezes e só foi socorrido após perder a consciência

Familiares de Rodrigo Rezende do Prado denunciam que ele morreu no Hospital de Base, em Brasília, após chegar à unidade com intensa falta de ar e pedir atendimento diversas vezes. Segundo o relato da família, o paciente chegou agonizando e só recebeu socorro quando já estava inconsciente. O caso gerou revolta entre parentes e amigos, que cobram esclarecimentos sobre o atendimento prestado e pedem que as circunstâncias da morte sejam apuradas com rigor pelas autoridades.

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O caso veio a público por meio de um vídeo divulgado pela página “Brasília Irônica”, que mostra um homem desacordado na área externa do Hospital de Base. Familiares afirmam que Rodrigo chegou pedindo ajuda e que a equipe só se aproximou depois que ele perdeu a consciência. Uma equipe de apoio tentou reanimá-lo no local, mas ele não resistiu e morreu. Até o momento, não há manifestação oficial da direção do Hospital de Base sobre as denúncias da família. A falta de resposta oficial aumenta a indignação de quem acompanha o caso e de quem depende da rede pública.

Este é o segundo caso grave em menos de um mês que coloca a saúde pública do Distrito Federal sob forte pressão. No dia 20 de junho de 2026, Vilmar Pereira da Silva, de 49 anos, morreu sentado em uma cadeira de rodas na recepção da UPA do Recanto das Emas enquanto aguardava atendimento. O episódio chocou Brasília e gerou cobranças por mudanças no sistema de saúde. A repetição de mortes em circunstâncias semelhantes reacende o debate sobre a eficiência da rede pública e a capacidade de resposta em situações de emergência.

O vídeo e o relato da família colocam novamente sob pressão a maior unidade de saúde pública do Distrito Federal e reabrem o debate sobre a demora no atendimento de emergência.

A Lei Orçamentária Anual de 2026 reservou cerca de R$ 7,89 bilhões para a saúde do Distrito Federal, com parte significativa da rede administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF). Apesar do volume de recursos, episódios como esses continuam gerando indignação e questionamentos sobre a capacidade do sistema de oferecer atendimento rápido a pacientes em situação de emergência. O contraste entre o orçamento bilionário e a realidade vivida por quem precisa do SUS alimenta o sentimento de revolta e a cobrança por mudanças concretas.

A reportagem solicitou posicionamento da Secretaria de Saúde do Distrito Federal, do Iges-DF e da direção do Hospital de Base. Até o momento, nenhum dos órgãos se manifestou sobre as denúncias da família. O espaço permanece aberto para esclarecimentos. A ausência de resposta oficial aumenta a pressão sobre as autoridades e reforça a cobrança por transparência e por uma apuração rigorosa das circunstâncias da morte de Rodrigo Rezende do Prado.

Familiares e amigos cobram que as circunstâncias da morte sejam apuradas com rigor. Para quem depende exclusivamente da rede pública de saúde, a pergunta que se repete é quantas tragédias ainda serão necessárias para que o sistema do Distrito Federal ofereça atendimento rápido e digno a pacientes em situação de emergência. O caso se soma a outros relatos de demora e de falhas no atendimento e coloca em xeque a capacidade da rede de saúde pública de cumprir sua função básica de salvar vidas quando o paciente mais precisa. A população espera respostas e providências concretas das autoridades.

Confira o vídeo:

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