vítima usava traje de mergulho inadequado e cilindros não tinham mistura correta


“O mergulho em cavernas nunca é fácil. Requer um planejamento mais cuidadoso do que um mergulho normal. A caverna, por assim dizer, respira. Há uma corrente que entra e sai, mas não é muito forte. Não poderia ter sugado ninguém”, alegou ele ao “Corriere della Sera”, contestando a teoria do “efeito Venturi” que teria arrastado os mergulhadores italianos para o fundo. Além disso, segundo Paakkarinen, é difícil entrar na caverna sem perceber: “Nas Maldivas, o sol brilha até cerca de 100 metros de profundidade. A 60 metros, ainda é dia. Quando você entra em uma caverna, percebe porque escurece.”



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