“O cinema brasileiro é de muita qualidade e deve, sim, ser transmitido ao mundo todo. Tenho muito orgulho de ter feito parte dessa história, contada de forma tão delicada, amorosa e engraçada pelo gigante que foi Paulo Gustavo; e seu legado permanecerá eterno, assim como o impacto dele na vida de todos que puderam ser tocados por essas histórias. A arte transforma. Cura. Eterniza. Emociona. Traz pertencimento. E rir continua sendo, e sempre será, um ato de resistência”, finalizou o viúvo de Paulo Gustavo.
