— O Dia dos Namorados ajuda a entender como o brasileiro negocia desejo, orçamento e afeto. A data não movimenta apenas categorias de presente, mas diferentes formas de comemorar, como comer fora, preparar algo em casa, postar nas redes ou escolher um item que combine utilidade e carinho. Para o mercado, mostra que o consumo ligado ao amor não depende apenas de renda, mas da capacidade de oferecer significado, conveniência e experiência — analisa Renato Meirelles.
