Arruda afirma que DF Legal “virou um monstro”

Ex-governador critica modelo atual de fiscalização e defende descentralização nas administrações regionais

Durante entrevista ao podcast Ponte Alta News, o ex-governador José Roberto Arruda (PSD), pré-candidato ao Governo do Distrito Federal, afirmou que o DF Legal “virou um monstro” ao comentar a evolução do órgão desde sua criação, ainda na época da antiga AGEFIS.

Arruda destacou que a proposta original da fiscalização era preventiva, com o objetivo de evitar ocupações irregulares e outras ilegalidades. Segundo ele, o modelo atual se distorceu ao longo do tempo e passou a agir de forma desigual. “Derruba a casa de um, não derruba de outro. Por que não evita que construa?”, questionou.

O ex-governador também criticou a centralização das ações de fiscalização em um único órgão. Para ele, a diversidade do Distrito Federal exige abordagens diferentes em cada região administrativa. “A realidade do Gama é diferente da de Brasília, que é diferente da de Planaltina”, afirmou.

Arruda defendeu o retorno do modelo descentralizado, com fiscais vinculados diretamente às administrações regionais. Segundo ele, isso permitiria uma atuação mais ajustada às particularidades locais.

Ao falar sobre um eventual retorno ao comando do GDF, Arruda foi direto: “Se for dos desígnios de Deus e eu assumir o governo de Brasília, eu acabo com esse DF Legal no primeiro dia”.

A declaração ocorre em meio a críticas recorrentes sobre a atuação do órgão, especialmente em operações envolvendo comércio informal e ocupações urbanas.

Confira o trecho da entrevista:

Opinião contrasta com caso de ambulante preso dia 30 em operação do DF Legal

Às vésperas do Dia do Trabalhador, um ambulante foi detido durante uma ação do DF Legal em Águas Claras, na Avenida Araucárias, nas proximidades do Águas Claras Shopping.

O homem vendia capinhas de celular quando foi abordado por agentes de fiscalização com apoio policial. Imagens registradas por testemunhas mostram o ambulante sendo imobilizado e algemado, o que gerou reação de moradores.

Uma testemunha relatou que o ambulante tentou recolher parte da mercadoria antes da abordagem. Durante a ação, uma moradora questionou a detenção: “Por que vai prender o cara? Ele não está roubando, ele está trabalhando”.

O caso repercutiu nas redes sociais e ampliou o debate sobre a atuação do poder público em relação ao comércio informal, especialmente por ocorrer na véspera do Dia do Trabalhador.

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