De acordo com o “Daily Mail”, a denúncia, apresentada pelo escritor e jornalista Ezio Gavazzeni com apoio do ex-magistrado Guido Salvini e da ex-prefeita de Sarajevo Benjamina Karic, aponta que os participantes teriam feito acordos com o exército sérvio-bósnio, chefiado por Radovan Karadžić, condenado em 2016 a 40 anos de prisão por genocídio e crimes contra a humanidade. As investigações afirmam que os turistas, supostamente ligados a círculos de extrema-direita, viajavam de Trieste a Belgrado pela companhia aérea sérvia Aviogenex e pagavam militares para participar de “fins de semana de tiro”. O assassinato de crianças custava mais caro, segundo revelou o jornal “El País”.
